27 de dezembro de 2008

O fantástico Mundo do Álcool, onde tudo acontece...

Outro mundo, foi por onde andei nesta última noite, visto ser dia 26 de Dezembro, ou seja, tudo com dinheiro dentro dos bolsos, e metade deles sem saber em que o usar, lá fui eu parar ás festas de uma terrinha aqui ao lado, ao belo som de um artista Pimba, depois de pagar 6,50 à entrada, e em que só prestei atenção a uma música. Mas pronto, lamentações à parte, lá estava eu rodeado de um ou dois amigos, e mais 20 ou 30 colegas, e começou o ciclo viciante de todas as festas, as típicas rodadas, ora vais tu lá buscar uma para nós bebermos, ora vou lá eu , ora vai lá o outro, e ás vezes já com uma carrada delas em cima, até o Felisberto, o nosso amigo imaginário lá vai buscar umas para nós... Com tudo isto, é que conversa puxa conversa, cerveja puxa cerveja, e vou a ver já tou acompanhado pelo "Felisberto", sei que com este seguimento durante a noite toda, chega-se ás 6 da manhã, depois de já estarmos com os bolsos para o lado do vazio, a cabeça meio a cambalear, as pernas meio a fraquejar e a fome a apertar, lá decidimos voltar à terra Natal, fizemos uma paragem pelo Padeiro da terrinha, em que compramos 3 bolas cada um(0,60€ as 3, mas que roubalheira), depois da compra feita, lá venho andando(ou cambaleando) pela rua fora, chego a casa, e barrando manteiga na bola, e uma fatia de presunto, comi como se não houvesse amanhã, a verdade é que já nem me sentia, sentei-me no sofá, começei a ver o amigo de todos o simpatizantes de álcool, o famoso "helicóptero", sei que apartir desse momento, só me lembro de acordar deitado na cama, com o pijama vestido, sem se quer me lembrar de como fiz o caminho para lá chegar, a verdade é que tinha deixado o casaco a meio das escadas, a luz da cozinha acesa, a televisão do quarto acesa, e tudo isto sem me lembrar se quer de quando me levantei do sofá, com tudo isto, hoje a um Sábado... aqui estou eu, às 2 da manhã, escrevendo sobre as coisas (pouco)fantásticas que o álcool nos traz ;)

Cuidem-se e (não)abusem...

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25 de dezembro de 2008

Diferente por fora, igual por dentro

Este título, pode ser visto de duas formas, tanto por o que podemos observar na fotografia em cima, como para aquelas pessoas que se dizem muito apoiantes da igualdade no mundo, mas o certo é que no momento da verdade tudo vê as coisas da forma mais estúpida e racista que pode existir, ora vejamos lá então, por histórias já ouvidas, que sinceramente me deixam desgostoso, quando uma determinada pessoa vai a entrar num autocarro, e existem por exemplo dois lugares livres, um deles ao lado de uma pessoa de cor negra, outro ao lado de uma pessoa de cor branca, por muito que o lugar ao lado da pessoa de cor negra lhe agrade mais , ou porque fica do lado direito, ou mais atrás, ou mais à frente, normalmente a pessoa de cor branca, senta-se sempre ao pé de outra pessoa de igual cor, mesmo que o lugar lhe agrade menos, a pessoa até se pode achar pouco racista, e não ter nada contra as pessoas de cor negra, mas o certo é que o sub-consciente fala mais alto, cria algo dentro da pessoa, que a faz ter o seu lado racista, outro exemplo a ser dado, é por exemplo passar ao lado de um bando de pessoas de cor, homens normalmente, basta estarem 5 ou 6 à conversa, e olharem para a pessoa de forma suspeita, que pensam logo que estão a tramar alguma ,enquanto que se fosse pessoas de cor branca, vestidas tal e qual da mesma forma, a olharem tal e qual da mesma maneira, a pessoa já não ficaria com receio, nem pensaria que eles teriam a tramar alguma, com isto podemos concluir, que por muito que muitas pessoas queiram mudar a forma de ver as coisas, têm de começar por elas , e não tentado mostrar-se ao mundo como uma boa pessoa, apoiante do bem em todo o lado, apenas para ganhar mais status perante os outros, têm de fazer mesmo o que tentam transmitir aos outros, afinal o que corre dentro de nós, é tudo igual, nós somos eles, e eles são nós...

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24 de dezembro de 2008

Natal

Entramos todos naquela época em que o cinismo prevalece, em que vemos pessoas de uma maneira como não vemos o resto do ano, falamos para elas de uma maneira como não falamos no resto do ano, e sorrimos para elas de uma maneira como não sorrimos durante o resto do ano.
É nestas alturas que vemos que a pobreza do País é grande, mas que a sobre-lotação das lojas nos Centros Comercias é ainda maior...
Sim, pois o que interesse é o nível em que a pessoa está inserida na sociedade, não há problema se têm de andar a passar fome um mês, só para poderem ter roupas da marca xpto, ou para poderem comprar um carro de marca xpto, nem que depois tenha de ficar parado á porta de casa sem dinheiro para o gasóleo.
Mas é esta a sociedade em que vivemos, e sinceramente poucas são as mentalidades que podemos mudar..

Com tudo isto, só me resta desejar-vos um muito Bom Natal, sem cinismos...

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